🚨 STF: 8 a 2 contra prorrogação da CPMI do INSS
🚨 Por 8 a 2, STF vota contra prorrogação da CPMI do INSS, e o placar do plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu o destino dos trabalhos que investigavam falhas no Instituto Nacional do Seguro Social. A decisão pegou muita gente de surpresa e impacta diretamente o ritmo das investigações em Brasília.
STF decide o futuro da CPMI do INSS: O que rolou?
Gente, o burburinho em Brasília foi grande! O Supremo Tribunal Federal (STF) se reuniu para julgar se mantinha ou não uma decisão individual do ministro Kassio Nunes Marques. Ele havia determinado, em caráter liminar, um prazo para a prorrogação dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. A treta toda começou porque alguns parlamentares argumentaram que houve uma omissão por parte da Mesa Diretora do Congresso e do próprio presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em não oficializar a extensão dos trabalhos.
A situação ficou tensa quando, na segunda-feira (23), Nunes Marques deu um prazo de 48 horas para que Alcolumbre oficializasse a prorrogação. Parecia que a comissão ganharia mais fôlego para investigar as mazelas do INSS, que afetam a vida de milhões de brasileiros todos os dias. A expectativa era de que os trabalhos pudessem se estender, permitindo um aprofundamento nas investigações e a apresentação de um relatório mais robusto.
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No entanto, o plenário do STF teve a palavra final. Em um julgamento que agitou os corredores do poder, a maioria dos ministros decidiu ir contra a liminar de Nunes Marques, entendendo que a prorrogação não caberia naquele momento ou daquela forma. A votação apertada, 8 votos a 2, mostra que o assunto era polêmico e dividiu opiniões até mesmo entre os mais altos escalões do judiciário brasileiro. Os ministros que votaram contra a prorrogação foram: Dino, Moraes, Zanin, Nunes Marques (que havia decidido a favor), Toffoli, Carmen Lúcia e Gilmar Mendes. Apenas Fux acompanhou Nunes Marques na decisão a favor.
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