🚨 PT e PL apostam em Fux para reverter decisão sobre eleição tampão no RJ
PT e PL apostam que Fux recuará em decisão sobre eleição tampão no RJ, e a polÃtica fluminense segue em polvorosa! A reviravolta na disputa pelo Palácio Guanabara, após a intervenção do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), deixou os bastidores em ebulição. A decisão liminar suspendeu trechos cruciais de uma lei estadual aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), que redefinia as regras para a eleição indireta que definirá o próximo governador. O prazo de desincompatibilização, que antes era de meras 24 horas, foi estendido para seis meses, impactando diretamente os planos de figuras proeminentes que ocupam cargos de secretariado no estado. Essa manobra, que pegou muita gente de surpresa, gerou um novo terremoto institucional e a corrida para entender os próximos passos está a todo vapor. Será que o jogo vai virar mais uma vez?
O que está em jogo na eleição tampão do RJ e a decisão de Fux
A polÃtica do Rio de Janeiro vive um momento de pura incerteza após a decisão monocrática do ministro Luiz Fux, do STF. Ele atendeu a um pedido do Partido Social Democrático (PSD) e suspendeu pontos chave da lei estadual que regulamentava a eleição indireta para o governo do estado. Entre as regras derrubadas estão o prazo de desincompatibilização de 24 horas para quem ocupa cargos no Executivo e o voto aberto para os deputados estaduais escolherem o sucessor. A justificativa de Fux foi para evitar que a escolha do governador fosse comprometida pela influência de milÃcias e do narcotráfico, garantindo a liberdade do voto e a igualdade de condições entre os candidatos. Em sua decisão, Fux ressaltou que estados não podem flexibilizar regras de inelegibilidade que já são definidas em âmbito federal, um ponto crucial para a análise jurÃdica do caso. Essa intervenção do STF, que aconteceu em 18 de março de 2026, pegou de surpresa os partidos que já articulavam seus nomes e estratégias para a sucessão, e agora o cenário se mostra completamente reconfigurado, abrindo espaço para novas articulações e possÃveis recursos.
A medida de Fux, que suspendeu a lei em 19 de março de 2026, justamente para evitar o voto aberto e o curto prazo de 24 horas para desincompatibilização, colocou em xeque os planos de nomes como André Ceciliano (PT) e Douglas Ruas (PL). Ambos são secretários estaduais e, com a nova regra, teriam tempo hábil para se desincompatilizar de seus cargos e disputar a eleição. A decisão, porém, mudou radicalmente o tabuleiro. Agora, a aposta de PT e PL é que o próprio ministro Fux possa reavaliar sua posição ou que outros ministros do STF, ao analisarem o caso mais a fundo, possam reverter essa liminar, como é o desejo dos partidos. A expectativa é que o PL, em especial, tente apresentar um recurso à decisão, buscando reverter o quadro o mais rápido possÃvel. A falta de definição gerou um verdadeiro caos nos bastidores polÃticos do Rio, com deputados já se movimentando para garantir que a Assembleia Legislativa, agora com mais poder de barganha, saia fortalecida desse processo. A busca por um nome que possa liderar a Casa e conduzir a eleição tampão ganha força, e a troca do atual presidente em exercÃcio já é ventilada nos corredores.

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