🔥 Prefeito diz que contratos somam R$ 3 milhões com empresa em sua casa

🚨 Gente, olha só essa bomba que caiu em Cavalcante (GO)! Os contratos de empresa que fica em imóvel de prefeito somam R$ 3 milhões, diz ele. O caso envolve o prefeito Vilmar Souza Costa, o Vilmar Kalunga (PSB), e uma empresa registrada no mesmo endereço de sua residência. A polêmica está dando o que falar e a gente vai te contar todos os detalhes dessa história que parece saída de novela!

Contratos de empresa que fica em imóvel de prefeito somam R$ 3 milhões, diz ele. Vídeo: Entenda o caso em Cavalcante

A prefeitura de Cavalcante, no coração de Goiás, está no centro de uma polêmica que promete render muito assunto. A gestão do prefeito Vilmar Kalunga (PSB) firmou contratos com a empresa Savana Agrobio Ltda. que, segundo o próprio chefe do executivo, podem chegar a impressionantes R$ 3 milhões. O X da questão? A sede da empresa, que deveria ser um local de trabalho independente, está registrada no mesmo imóvel onde o prefeito mora. Para piorar, o convênio mencionado pelo prefeito difere dos valores que constam no portal da transparência do município, levantando ainda mais suspeitas sobre a lisura do processo.

No início, a prefeitura tentou se distanciar da situação, negando qualquer conhecimento sobre a empresa. Mas a pressão e a investigação da mídia forçaram o prefeito a dar uma nova versão. Vilmar Kalunga apareceu em um vídeo explicando que, na verdade, ele alugou um ponto comercial. Esse ponto, segundo ele, fica no mesmo lote da sua casa, mas virado para outra rua e com acesso totalmente independente. Um detalhe que, para muitos, soa como uma tentativa de contornar a situação e justificar a proximidade entre o gestor público e a empresa que recebe os cofres públicos.

Homem sorrindo usa chapéu de palha e camisa branca em estúdio com fundo claro.
📸 Foto: Reprodução / www.metropoles.com

Os contratos em questão são para a aquisição de kits de microfábricas de bioinsumos, capacitação técnica e assistência rural, além da operação de unidades móveis agrícolas. O objetivo declarado é beneficiar a comunidade quilombola Kalunga, uma região que historicamente necessita de apoio e desenvolvimento. No entanto, a forma como esses contratos foram estabelecidos, com uma empresa sediada na residência do prefeito e a discrepância nos valores divulgados, levanta sérias questões sobre conflito de interesses e o uso do dinheiro público. A população espera que a investigação interna garanta a transparência que o caso exige.

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