🔥 CNI lança Agenda 2026 com 135 projetos de olho no Congresso
Gente, a CNI tem 135 projetos prioritários em análise no Congresso em 2026 e o papo agora é sério! A Confederação Nacional da Indústria chegou com tudo, soltando a sua Agenda Legislativa da Indústria para 2026. Pensa numa lista de leis que podem mudar o jogo para o setor industrial brasileiro. A coisa foi lançada com pompa e circunstância, numa sessão solene lá no Plenário da Câmara dos Deputados. São 135 propostas que a entidade vai ficar de olho, mas o foco principal está em 15 projetos que eles consideram de altíssima prioridade. Desse total, 81 contam com o apoio da CNI, enquanto 54 recebem um sonoro “não”. O objetivo é claro: dar um gás na competitividade, melhorar o ambiente de negócios e turbinar o desenvolvimento econômico do nosso país. A briga é grande, e a indústria quer ter voz ativa nas decisões que vão impactar o bolso e o futuro de muita gente.
CNI de olho no Congresso: 135 projetos para o futuro da indústria em 2026
A CNI, que é tipo a voz oficial da indústria brasileira, não brinca em serviço. A cada ano, eles elaboram essa Agenda Legislativa pra mostrar pro Congresso o que eles acham que o país precisa pra crescer. E a edição de 2026 veio com força total, trazendo 135 projetos de lei que vão ser monitorados de perto. Destes, 15 são os queridinhos da vez, aqueles que a CNI considera cruciais para o desenvolvimento e a competitividade do setor industrial. É uma disputa de narrativas e interesses, onde a CNI busca influenciar o debate legislativo em favor da sua base. A entidade se posiciona a favor de mais da metade das propostas, o que mostra um alinhamento considerável com a pauta que tramita em Brasília. No entanto, quase 40% dos projetos recebem um “não” enfático, indicando pontos de atrito e divergências importantes. Essa agenda é um mapa que mostra onde a indústria quer chegar e as batalhas que está disposta a travar no campo legislativo para alcançar seus objetivos de crescimento e sustentabilidade.
O lançamento oficial, que rolou em 24 de março, foi um evento importante, com a presença de figuras chave tanto da CNI quanto do Congresso Nacional. O presidente da CNI, Ricardo Alban, e o diretor de Relações Institucionais, Roberto Muniz, estavam lá para defender a pauta. O evento no Plenário da Câmara dos Deputados não foi à toa; é uma forma de mostrar a força da entidade e a sua capacidade de articulação política. A presença de parlamentares de diversos partidos, como Erika Hilton (Psol-SP), Hugo Motta (Republicanos-PB), Sergio Souza (MDB-PR), Luiz Gastão (PSD-CE), Soraya Santos (PL-RJ), Luisa Canziani (PSD-PR), Reginaldo Lopes (PT-MG), e os senadores Laércio Oliveira (PP-SE) e Tereza Cristina (PP-MS), demonstra um certo consenso em torno da necessidade de debater a pauta industrial, mesmo que as visões sobre os caminhos a seguir possam divergir. A elaboração da agenda contou com a colaboração de federações estaduais, associações setoriais e sindicatos nacionais, evidenciando um esforço de unificação da indústria em torno de demandas comuns.

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