A manobra, visando escapar de uma condenação por inelegibilidade, evoca memórias de práticas políticas controversas que pareciam ter ficado para trás.
A decisão joga luz sobre um padrão que remonta a figuras como o saudoso Chagas Freitas, levantando questionamentos sobre a evolução (ou falta dela) na política fluminense.
O objetivo claro era fugir da iminente condenação por inelegibilidade, um golpe duro que poderia manchar sua trajetória política.