🔥 PAI DE SUSPEITO ATACA ADVOGADO: ‘Vagabundo!’ e a web explode

por Redação só entre NÓS

🚨 PARA TUDO: O advogado da vítima de estupro coletivo no RJ expõe mensagem absurda de um ex-subsecretário, pai de um dos suspeitos, e o babado é FORTE, gente! A coluna apurou tudo com exclusividade e te conta agora os detalhes dessa treta que parou a internet.

Entenda a polêmica envolvendo o ex-subsecretário e o advogado

Gente, a situação é seríssima e revoltante. No meio da investigação do caso de estupro coletivo que chocou Copacabana, no Rio de Janeiro, uma nova polêmica veio à tona. O advogado Rodrigo Mondego, que representa a adolescente vítima, usou suas redes sociais para expor ataques que recebeu de ninguém menos que José Carlos Simonin, ex-subsecretário estadual do governo Cláudio Castro e, pasmem, pai de um dos jovens que está sendo investigado pelo crime brutal. A audácia, meus amigos, não tem limites e a internet simplesmente não perdoou essa atitude.

Segundo o que nossa coluna apurou, as ofensas foram enviadas por mensagem direta no Instagram, numa clara tentativa de intimidação. Simonin teria escrito: “Você também está querendo cinco minutos de fama. Vai trabalhar para pagar ‘às’ [sic] suas contas, vagabundo”. É de cair o queixo, né? Em vez de se recolher e refletir sobre a gravíssima acusação que pesa sobre o filho, o ex-subsecretário partiu para o ataque contra quem está lutando por justiça para a vítima. Um completo absurdo que mostra muito sobre os bastidores do poder.

Homem mais velho de óculos e terno claro ao lado de um jovem de boné preto. Imagem dividida.
📸 Foto: Reprodução / hugogloss.uol.com.br

Claro que o advogado não deixou barato. Rodrigo Mondego não só expôs o print da conversa como também deu uma resposta à altura, colocando o ex-secretário em seu devido lugar. “Caro ex-subsecretário, vagabundo não sou, sou sim advogado e trabalho bastante. Inclusive, para que o vagabundo do seu filho continue enjaulado, responder na Justiça pelo estupro que lhe é imputado”, rebateu Mondego. Ele finalizou de forma cirúrgica: “Cada um ocupa o lugar que escolheu, eu ao lado da vítima e o senhor, passando a mão na cabeça de estuprador”. Depois da exposição, a página de Simonin foi rapidamente desativada.

Quem são os envolvidos? Conheça as figuras do caso

Para quem não está ligando os nomes às pessoas, a gente te explica. Rodrigo Mondego não é um nome qualquer no meio jurídico. Ele é um advogado criminalista conhecido por sua atuação em defesa dos direitos humanos e membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ. Sua carreira é marcada por pegar casos de grande repercussão, sempre se posicionando ao lado das vítimas de violência e abuso de poder. Sua coragem em expor a mensagem mostra que ele não se intimida facilmente.

Do outro lado temos José Carlos Simonin, que até pouco tempo ocupava um cargo de confiança no governo do Rio de Janeiro como subsecretário estadual de Governança, Compliance e Gestão Administrativa. A posição dele no governo Cláudio Castro torna a atitude ainda mais grave, pois se espera de uma figura pública uma conduta exemplar. O fato de ele ser pai de um dos suspeitos no caso de estupro coletivo e usar sua posição para, supostamente, intimidar a defesa da vítima, é um escândalo que levanta muitas questões sobre o uso de influência. [LINK_INTERNO: “outras polêmicas envolvendo políticos do Rio de Janeiro”]

O que os fãs estão dizendo sobre o caso

A repercussão foi imediata e avassaladora. Assim que Rodrigo Mondego postou os prints, a internet veio abaixo. O nome de José Carlos Simonin foi parar nos assuntos mais comentados do Twitter, com milhares de usuários expressando nojo e indignação. A maioria das mensagens era de apoio total ao advogado e à vítima, elogiando a coragem de não se calar diante da intimidação. Muitos cobraram um posicionamento oficial do governo do estado, mesmo ele não fazendo mais parte da gestão. A percepção geral é de que a atitude do pai reflete o tipo de ambiente em que o filho foi criado, o que gerou ainda mais revolta popular.

O que vem por aí: desdobramentos e possíveis consequências

A treta não vai morrer na internet, gente. Em entrevista ao jornal O Globo, o advogado Rodrigo Mondego afirmou que já está avaliando quais medidas judiciais tomará contra o ex-subsecretário. Ele apontou que a conduta de Simonin pode configurar crime previsto no Artigo 344 do Código Penal. Esse artigo fala sobre usar de violência ou grave ameaça contra autoridades ou partes de um processo judicial para favorecer interesse próprio ou alheio. A pena pode ser de reclusão. Ou seja, o feitiço pode virar contra o feiticeiro. Esse ataque pode acabar se tornando mais uma prova no processo principal, complicando ainda mais a situação do filho. [LINK_INTERNO: “entenda o caso completo do estupro coletivo em Copacabana”]

👉 Mas e aí, gente? O que vocês acharam dessa atitude do pai do suspeito? A Justiça vai ser feita? Deixa seu comentário aqui embaixo que a gente quer saber tudo!

📰 Fonte: hugogloss.uol.com.br

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