Ibaneis Rocha: “Arrependo sim!” Governador revela frustração com fila de cirurgias no DF

🚨 Gente, o clima em Brasília esquentou! Ibaneis revela arrependimento que teve à frente do GDF e abriu o jogo sobre uma das maiores dores de sua gestão: a fila de cirurgias eletivas. Em uma entrevista exclusiva que está dando o que falar, o governador admitiu que poderia ter feito mais para resolver o problema que afeta milhares de brasilienses. Eita, que babado forte!

Ibaneis Rocha confessa arrependimentos na gestão da saúde pública do DF

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), concedeu uma entrevista reveladora ao portal Metrópoles, onde ele não fugiu de perguntas difíceis e, para a surpresa de muitos, confessou um arrependimento significativo em sua trajetória à frente do Governo do Distrito Federal (GDF). O foco principal de sua apreensão foi a gestão da saúde pública, em especial o acúmulo de cirurgias eletivas que se arrastou por um longo período, intensificado pelas dificuldades impostas pela pandemia de Covid-19. Ele chegou a admitir que “poderia ter feito mais” para sanar o represamento de cerca de 35 mil procedimentos que ficaram pendentes.

A declaração, feita em um tom de reflexão, ecoou pela capital federal e gerou debates sobre a real situação da saúde no DF. Embora tenha expressado o arrependimento, Ibaneis fez questão de pontuar os avanços que sua gestão trouxe para a área. Ele citou a entrega de sete novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e anunciou que outras seis estão prontas para serem inauguradas, ficando a cargo da vice-governadora Celina Leão a cerimônia de abertura. Um plano ambicioso também foi apresentado: a meta de realizar aproximadamente 15 mil cirurgias da fila até junho, com um destaque especial para 6,6 mil procedimentos oftalmológicos, visando devolver a visão a pessoas que aguardam ansiosamente por essa intervenção.

Homem de terno azul escuro e camisa branca sentado em uma mesa com quadros e estátuas ao fundo.
📸 Foto: Reprodução / www.metropoles.com

O que realmente aconteceu: A fila de espera e o peso da gestão

O cerne da questão levantada por Ibaneis Rocha reside no problema crônico da fila de espera para cirurgias eletivas no Distrito Federal. Durante a pandemia, muitos procedimentos não essenciais foram adiados para priorizar os casos de Covid-19 e garantir a segurança de pacientes e profissionais de saúde. No entanto, o que se esperava ser uma solução temporária acabou se tornando um gargalo persistente. O número de 35 mil cirurgias represadas é um reflexo da complexidade em retomar a normalidade e da demanda reprimida que se acumulou ao longo do tempo. O governador, em sua entrevista, reconheceu que a magnitude desse problema exigia uma atenção ainda maior e que a sua gestão poderia ter implementado estratégias mais eficazes para mitigar o impacto.

A declaração “Arrependo? Sim. Poderia ter feito mais? Sim.” dita por Ibaneis Rocha, em entrevista ao Metrópoles, ecoou fortemente. Ele detalhou a situação ao mencionar que o DF, que possuía apenas seis UPAs, viu esse número dobrar com a entrega de mais sete unidades durante seu mandato. A promessa de deixar seis novas UPAs prontas para inauguração pela vice, Celina Leão, demonstra uma continuidade na política de expansão da rede de saúde. O foco nas cirurgias oftalmológicas, com 6,6 mil procedimentos planejados, evidencia a preocupação em resolver demandas específicas que afetam diretamente a qualidade de vida dos cidadãos, como a restauração da visão.

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