🚨 STF: Mendonça prorroga CPMI do INSS por 60 dias e Davi Alcolumbre oficializa
🚨 Mendonça vota para que STF determine prorrogação da comissão por 60 dias, e o plenário da Corte agora decide se mantém ou derruba essa decisão que promete dar fôlego extra à CPMI do INSS. A polêmica gira em torno de um prazo apertado que poderia encerrar os trabalhos antes que todas as investigações fossem concluÃdas.
A prorrogação da CPMI do INSS e a decisão de André Mendonça
Gente, o jogo polÃtico em BrasÃlia tá mais agitado que reality show! O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu um voto que está dando o que falar: ele se posicionou a favor da prorrogação dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) que investiga as fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por mais 60 dias. Essa decisão individual do ministro foi tomada em caráter de urgência e agora será submetida ao julgamento do plenário do STF. A expectativa é que a Corte decida se ratifica ou revoga essa prorrogação, o que pode mudar completamente o rumo das investigações.
A decisão de Mendonça veio após parlamentares argumentarem que houve uma suposta omissão por parte da Mesa Diretora do Congresso Nacional e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em não oficializar a prorrogação em tempo hábil. Segundo os relatores da CPMI, se a comissão não fosse prorrogada até o último sábado (28), os trabalhos teriam que ser encerrados, o que poderia deixar muitas pontas soltas e fraudes sem o devido desvendamento.
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O que aconteceu: A cronologia dos fatos
Tudo começou quando a Mesa Diretora do Congresso Nacional, e em especial o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não oficializaram a prorrogação dos trabalhos da CPMI do INSS dentro do prazo legal. Isso gerou um burburinho entre os parlamentares envolvidos na comissão, que viram a possibilidade de suas investigações serem interrompidas abruptamente. Diante dessa situação, alguns senadores e deputados recorreram ao STF, argumentando que a falta de ação da Mesa Diretora configurava uma omissão e que, por direito, a comissão deveria ter seu prazo estendido para concluir seu trabalho.
Foi aà que o ministro André Mendonça entrou em cena. Em uma decisão individual, ele acatou o pedido dos parlamentares e determinou, em um prazo de 48 horas, que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, oficializasse a prorrogação da CPMI. Essa decisão, proferida na segunda-feira (23), deu um fôlego extra para que as investigações continuassem. No entanto, para que essa decisão individual tenha validade e se consolide, ela precisa ser referendada pelo plenário do STF, que está julgando o caso nesta quinta-feira (26).
Ainda paira uma dúvida: se a decisão de Mendonça foi dentro do prazo estabelecido para a prorrogação, ou se a oficialização de Alcolumbre ocorreu após o limite. O fato é que, caso o STF não mantivesse a decisão de Mendonça, a CPMI teria que encerrar seus trabalhos neste sábado (28), deixando em aberto a possibilidade de muitas fraudes não serem totalmente expostas e os responsáveis não serem devidamente responsabilizados.
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