🔥 PT na Berlinda! Além de Minas, partido patina em 9 estados para 2026
🚨 Além de Minas, PT ainda precisa definir palanques em nove estados e a Casa de Rui Barbosa parece um campo minado de articulações para garantir a reeleição do presidente Lula. A colunista aqui apurou que o partido tem uma planilha interna que mostra o ‘drama’ de como andam as alianças, e olha, o cenário não tá nada fácil!
PT e a Corrida contra o Tempo: Definindo os Palanques Estaduais para 2026
Gente, o ano é 2026 e a briga pela sucessão presidencial já esquentou! E sabe quem tá suando a camisa pra montar o time perfeito? O Partido dos Trabalhadores! A gente sabe que as eleições não se ganham só em BrasÃlia, o jogo é jogado nos estados, e o PT tá naquela correria pra definir quem vai subir no palanque do presidente Lula em cada cantinho do Brasil. A missão é clara: fortalecer a base e garantir que a voz do governo chegue forte em todos os cantos do paÃs. Mas, como a gente bem sabe, polÃtica é uma caixinha de surpresas, e alguns estados estão dando mais dor de cabeça do que outros.
A principal dor de cabeça, segundo o que a coluna apurou e o que a gente vê nos bastidores, é Minas Gerais. Um dos maiores colégios eleitorais, o estado é estratégico, e o PT tá apostando as fichas no senador Rodrigo Pacheco (PSD). O problema? Pacheco ainda tá com um pezinho no PSD e outro querendo pular pro PT, ou seja, a filiação é a grande incógnita. E pra piorar, dentro do próprio PT mineiro, a coisa tá mais dividida que pão em dia de visita: de um lado, os deputados Reginaldo Lopes e Rogério Correia, que não se bicam e mostram a fragmentação interna do partido.

O presidente Lula esteve em Minas recentemente, e a presença dele em Betim e Sete Lagoas, acompanhado justamente de Pacheco, acendeu o sinal amarelo para os petistas que queriam outros nomes. A visita, que deveria ser de fortalecimento, acabou expondo as rachonas internas e a dificuldade do partido em fechar questão. Essa novela mineira é só um exemplo do que tá rolando em outros nove estados onde o PT ainda precisa costurar alianças. A ordem é clara: consolidar o apoio ao presidente Lula, mas o caminho pra isso tá cheio de reviravoltas.
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