🔥 Blackface na Alesp: Conselho de Ética vai analisar deputada bolsonarista
🚨 Gente, segura essa bomba! O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) vai ter que dar um jeito na deputada Fabiana Bolsonaro (PL), que resolveu fazer um verdadeiro showzinho na tribuna. O motivo? Um discurso inacreditável onde ela pintou o rosto de marrom, o famoso ‘blackface’, para supostamente criticar pessoas trans. Pois é, a internet e os colegas de plenário não deixaram barato e agora ela pode ter que responder por quebra de decoro parlamentar. A coisa tá mais fervida que panela de pressão no almoço de domingo!
Conselho de Ética da Alesp analisa deputada que fez blackface em discurso polêmico
A cena, que parece roteiro de novela das nove, mas é pura realidade polÃtica, aconteceu na última quarta-feira (18 de março de 2026) na Assembleia Legislativa de São Paulo. A deputada Fabiana Bolsonaro, filiada ao PL, subiu à tribuna e, em um ato que chocou muita gente, escureceu o rosto com maquiagem, praticando o ‘blackface’. A justificativa da parlamentar foi a mais bizarra possÃvel: afirmar que pessoas trans não são mulheres, mesmo que elas se apresentem de determinada forma. A deputada, que é filha do pastor Adilson Barroso, fundador do antigo Partido Patriota, usou essa performance para atacar, inclusive, a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), criticando-a por presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara. O caso gerou uma onda de indignação e resultou na abertura de uma representação contra ela no Conselho de Ética.
A representação foi protocolada por nada menos que 18 deputados estaduais, de partidos como PT, PSOL, PCdoB e PSB. Eles querem que a conduta de Fabiana Bolsonaro seja apurada com rigor, alegando que o ato configura racismo, transfobia e uma grave violação da dignidade humana e do princÃpio da igualdade. A pena para quem comete quebra de decoro parlamentar pode ser severa, incluindo a perda do mandato. A deputada estadual Ediane Maria (PSOL-SP) também não ficou quieta e anunciou que vai abrir um pedido de investigação separada por racismo e transfobia no Ministério Público. Ou seja, a situação para a deputada bolsonarista ficou complicada!

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