🚨 Justiça quebra sigilo telefônico de coronel preso pela morte de esposa PM!

🚨 A Justiça quebra o sigilo telefônico do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, preso pela morte de sua esposa, a soldado PM Gisele Alves Santana. O caso, que começou com a versão de suicídio, agora aponta para feminicídio e fraude processual, e as investigações prometem desvendar mais detalhes chocantes sobre o que realmente aconteceu naquele fatídico 18 de fevereiro. A gente te conta TUDO!

A reviravolta chocante no caso da soldado PM Gisele Alves Santana

Gente, que história triste e revoltante é essa que tá abalando São Paulo! A soldado PM Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta com um tiro na cabeça no apartamento que dividia com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos. No início, a versão que correu foi a de suicídio, contada pelo próprio coronel. Mas a polícia, que é fera no que faz, não engoliu essa história e começou a investigar a fundo. E olha, parece que a verdade é bem mais sombria do que se imaginava. A Polícia Civil de São Paulo indiciou o oficial por feminicídio e fraude processual. E agora, pra piorar tudo, a Justiça decidiu quebrar o sigilo telefônico dele. Pois é, a casa caiu!

As investigações apontaram inconsistências graves na versão apresentada pelo tenente-coronel. Relatos indicam que o corpo de Gisele apresentava lesões que não eram compatíveis com um ato de autoextermínio. Além disso, o horário do óbito e o momento em que o socorro foi acionado não batiam, levantando suspeitas de que o coronel pode ter manipulado a cena do crime para simular um suicídio. A perícia, que foi feita após a exumação do corpo, encontrou marcas de agressão no rosto e pescoço da soldado, indicando que ela pode ter sofrido violência antes mesmo do disparo. Essa reviravolta deixou todo mundo chocado e com o coração apertado pela soldado Gisele.

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📰 Fonte: www.metropoles.com