🚨 Dino dá prazo para Senado e Viana explicarem R$ 3,6 milhões em ‘emendas PIX’

🚨 ALERTA MÁXIMO! O ministro Flávio Dino, do STF, deu um ultimato: o senador Carlos Viana e o próprio Senado têm cinco dias úteis para explicar o destino de R$ 3,6 milhões que foram enviados via ‘emendas PIX’. A polêmica envolve repasses suspeitos para a Fundação Oasis, ligada à Igreja Batista da Lagoinha, e acendeu um sinal vermelho em Brasília.

Dino exige esclarecimentos sobre R$ 3,6 milhões em emendas PIX para Fundação Oasis

Gente, o caldo engrossou para o lado do senador Carlos Viana (Podemos-MG)! O ministro Flávio Dino, que agora está no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que Viana e o Senado Federal se expliquem sobre uma grana alta, nada menos que R$ 3,6 milhões, que foram destinados para a Fundação Oasis através de um mecanismo batizado de ‘emendas PIX’. A situação toda veio à tona depois que os deputados Henrique dos Santos Vieira Lima e Rogério Correia bateram na porta do Supremo, apontando que o atual presidente da CPMI do INSS teria feito esses repasses para a Fundação Oasis, que é um braço social da Igreja Batista da Lagoinha, comandada pelo pastor André Valadão. Essa história já está dando o que falar e o ministro Dino não tá de brincadeira, fixando um prazo bem curto: cinco dias úteis para que tudo seja esclarecido.

Os deputados que acionaram o STF detalharam como esse dinheiro supostamente foi distribuído. De acordo com eles, os valores das emendas que chamaram a atenção foram:

Logo do G1 com a frase 'Vídeos em Alta no G1' em fundo vermelho com marca d'água de 'vídeos'.
📸 Foto: Reprodução / g1.globo.com
  • R$ 1,5 milhão em 2019: uma emenda PIX para a Prefeitura de Belo Horizonte, com o destino final já marcado para a Fundação Oasis.
  • R$ 1,47 milhão em 2023: um repasse direto para a Fundação Oasis de Capim Branco, que fica na região metropolitana de BH.
  • R$ 650,9 mil em 2025: mais um repasse, desta vez para a filial da fundação em Capim Branco.

Segundo os parlamentares, essa forma de repasse pode ter pisado na bola com as regras estabelecidas pelo próprio STF. O Supremo tem batido na tecla de que os valores indicados por deputados e senadores para seus redutos eleitorais precisam ser mais transparentes, fáceis de rastrear e, claro, efetivos para o interesse público. A ação dos deputados alega que ‘o padrão de repasses de Viana à Fundação Oasis, entidade do mesmo ecossistema que ele protege na presidência da CPMI, evidência possível desvio de finalidade’. Ou seja, a suspeita é que a emenda não estaria servindo ao bem comum, mas sim servindo para manter um vínculo político e financeiro entre o senador e as entidades que estão sob investigação.

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