🔥 Blackface na Alesp: Quem é Fabiana Bolsonaro, deputada que atacou Erika Hilton?
🚨 Gente, para tudo! A deputada estadual Fabiana Bolsonaro (PL-SP) protagonizou um episódio BÁRBARO e revoltante na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) nessa quarta-feira (18 de março de 2026). Em um ato que chocou o país, a parlamentar fez ‘blackface’ durante um discurso, pintando o rosto de marrom. O motivo? Um protesto escancarado e odioso contra a eleição da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), mulher trans, para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados. A atitude gerou uma onda de repúdio, sendo classificada como racista e transfóbica por colegas e pela sociedade. Vamos entender esse babado todo!
A chocante cena de ‘blackface’ de Fabiana Bolsonaro na Alesp
A cena aconteceu em pleno plenário da Alesp, com transmissão ao vivo, o que tornou tudo ainda mais inacreditável. Fabiana Bolsonaro, em um discurso que já começou polêmico, decidiu pintar o rosto de marrom. A deputada, filiada ao PL, partido que abriga figuras como o ex-presidente Jair Bolsonaro (embora ela não tenha parentesco com ele), usou a encenação para atacar Erika Hilton. Segundo Fabiana, sua intenção era questionar a representatividade e a legitimidade de uma mulher trans presidir uma comissão voltada para os direitos das mulheres. As falas da deputada foram carregadas de transfobia, questionando a identidade de gênero de Erika Hilton e defendendo que apenas mulheres cisgênero (ou seja, que se identificam com o gênero que lhes foi atribuído ao nascer) deveriam ocupar tais posições. A deputada chegou a dizer: ‘Agora eu não sou negra? Eu estou pintada de negra por fora, poxa. Eu me reconheço como negra, por que que eu não posso, então, presidir a comissão sobre racismo, antirracista?’. Em outro trecho, ela afirmou: ‘Eu sou uma mulher. Não adianta se travestir de mulher. Eu não estou aqui ofendendo transexual, muito pelo contrário, eu estou dizendo, eu sou mulher, quero ser vista como mulher. A mulher do ano não pode ser trave (sic) transsexual’.
A encenação, que remete a um período sombrio da história onde pessoas negras eram ridicularizadas e estereotipadas, foi rapidamente condenada por outras parlamentares. A deputada estadual Monica Seixas (PSOL-SP) levantou uma questão de ordem na hora, classificando o ato como racismo e transfobia e pedindo a suspensão da sessão e da transmissão, além de denunciar o discurso de ódio. A também deputada estadual Ediane Maria (PSOL-SP) seguiu o mesmo tom, condenando a atitude e anunciando que apresentaria representação no Conselho de Ética da Alesp e acionaria o Ministério Público. A situação é gravíssima e promete ter muitos desdobramentos legais e éticos.

Quem é Fabiana Bolsonaro? A trajetória política e a polêmica adoção do sobrenome
Fabiana Bolsonaro, cujo nome de batismo é Fabiana de Jesus, é uma figura que tem ganhado destaque no cenário político de direita em São Paulo. Filiada ao Partido Liberal (PL), o mesmo de Jair Bolsonaro, ela tem construído sua carreira política com forte apelo a pautas conservadoras. A adoção do sobrenome ‘Bolsonaro’ em sua identidade política, embora ela não tenha qualquer ligação familiar com o ex-presidente, é uma estratégia clara para se associar à popularidade do clã. Aos 27 anos, ela já havia conquistado uma cadeira como vice-prefeita de Barrinha, no interior de São Paulo, em 2020, demonstrando habilidade em mobilizar eleitores. Sua eleição como deputada estadual reforça sua crescente influência dentro do espectro conservador. Fabiana Bolsonaro tem um histórico de falas controversas, frequentemente criticando pautas progressistas e defendendo posições que geram debates acalorados. O episódio de ‘blackface’ na Alesp, no entanto, eleva o nível da polêmica, colocando-a em rota de colisão direta com leis de combate ao racismo e à discriminação. Ela se descreve como uma mulher que ‘luta pelos valores da família tradicional’, e suas manifestações geralmente refletem essa visão de mundo, muitas vezes com um tom confrontador.
Erika Hilton: A deputada trans que se tornou alvo do ataque transfóbico
Erika Hilton é uma das figuras políticas mais proeminentes e inspiradoras do Brasil. Mulher negra, trans e oriunda de uma trajetória de luta e superação, ela se tornou a primeira mulher trans a presidir uma Comissão na Câmara dos Deputados, especificamente a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Sua eleição para este cargo é um marco histórico e representa um avanço significativo para a representatividade LGBTQIA+ e para a luta contra a discriminação no país. Hilton tem um histórico de atuação firme em defesa dos direitos humanos, da igualdade racial e de gênero, e da comunidade trans. Sua trajetória é marcada pela resiliência diante de preconceitos e pela dedicação em dar voz às minorias. A escolha de Erika Hilton para liderar a Comissão de Direitos da Mulher foi vista como um sinal de que o Congresso Nacional estava caminhando para uma agenda mais inclusiva e progressista. No entanto, a reação de Fabiana Bolsonaro com o ato de ‘blackface’ demonstra que a resistência a essas mudanças ainda é forte em certos setores da política brasileira. A deputada Hilton tem sido uma voz ativa contra discursos de ódio e discriminação, e sua presidência na comissão promete ser um palco importante para debates cruciais sobre os direitos das mulheres em toda a sua diversidade.
Entenda o que está em jogo: Racismo, transfobia e o uso do parlamento
O que Fabiana Bolsonaro fez na Alesp não foi apenas um ato isolado, mas sim uma demonstração explícita de racismo e transfobia, disfarçada de protesto político. O ‘blackface’ é uma prática historicamente utilizada para depreciar e ridicularizar pessoas negras, associando-as a estereótipos pejorativos. Utilizar essa ferramenta em um parlamento, um espaço que deveria zelar pela igualdade e pelo respeito, é inaceitável. Além disso, o ataque direto a Erika Hilton e à sua identidade como mulher trans revela um preconceito profundo e um desrespeito à sua legitimidade como parlamentar e como ser humano. A deputada Fabiana Bolsonaro tenta, com essa atitude, deslegitimar não só Erika Hilton, mas toda a luta da comunidade LGBTQIA+ e o avanço de pautas que visam combater a discriminação. O que está em jogo aqui é o respeito às leis que criminalizam o racismo e a transfobia, e a própria dignidade do debate público no Brasil. O uso do plenário para tais encenações levanta sérias questões sobre a conduta ética dos parlamentares e a necessidade de mecanismos mais eficazes de fiscalização e punição. A sociedade civil organizada e outros parlamentares já estão se mobilizando para que haja consequências sérias para esse tipo de comportamento, que mancha a imagem das instituições democráticas e fere direitos fundamentais.
Repercussão nas redes: O Brasil disse NÃO ao racismo e à transfobia!
A internet não perdoou o ato de Fabiana Bolsonaro! Assim que o vídeo da deputada fazendo ‘blackface’ na Alesp começou a circular, as redes sociais explodiram em revolta e repúdio. A hashtag #RacismoNãoLiberdadeDeExpressão e #FabianaBolsonaroRacista dominaram os trending topics do Twitter, com milhares de pessoas condenando a atitude da parlamentar. A comunidade LGBTQIA+, ativistas pelos direitos raciais e cidadãos comuns se uniram em um coro uníssono contra o racismo e a transfobia. Comentários como ‘Isso é criminoso!’, ‘Que vergonha para o estado de São Paulo!’, ‘Racismo não é liberdade de expressão, é crime!’ e ‘Atacar uma mulher trans com blackface é o fim da picada!’ inundaram as postagens. A comparação com o passado de humilhação e escárnio contra pessoas negras foi recorrente, evidenciando a gravidade e o retrocesso que o ato representa. Muitos internautas cobraram providências imediatas da Alesp e do Ministério Público, exigindo que a deputada responda por seus atos. A repercussão negativa foi tão forte que, mesmo dentro do PL, a postura de Fabiana Bolsonaro gerou desconforto, embora o partido ainda não tenha emitido uma nota oficial sobre o caso. A verdade é que a sociedade brasileira, em sua maioria, disse um sonoro ‘NÃO’ a esse tipo de discurso de ódio e preconceito.
O que vem por aí? Desdobramentos legais e o futuro da deputada
O caso de Fabiana Bolsonaro na Alesp está longe de terminar. As representações no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa e os boletins de ocorrência registrados na Delegacia de Repressão aos Crimes Raciais e Delitos de Intolerância são apenas o começo. O Ministério Público agora deve investigar a conduta da deputada, que pode responder por crimes de racismo e injúria racial, além de infrações éticas que podem levar a punições severas dentro da própria Alesp. A expectativa é que o caso sirva de precedente para que atos de discriminação em espaços públicos sejam cada vez mais combatidos e punidos. A defesa de Fabiana Bolsonaro, caso haja, provavelmente tentará argumentar sobre liberdade de expressão, mas a jurisprudência brasileira é clara: racismo e transfobia não são liberdade de expressão, são crimes. Parlamentares como Monica Seixas e Ediane Maria já demonstraram que não vão medir esforços para que a deputada seja responsabilizada. O futuro de Fabiana Bolsonaro na política pode ser seriamente comprometido, dependendo do desenrolar das investigações e das decisões judiciais e éticas. A sociedade brasileira estará de olho para garantir que a justiça seja feita e que o parlamento seja um espaço de respeito e representatividade para todos.
E aí, o que você achou dessa atitude da deputada Fabiana Bolsonaro? Deixe seu comentário e vamos debater esse assunto sério!
Perguntas Frequentes
O que aconteceu com a deputada Fabiana Bolsonaro na Alesp?
A deputada estadual Fabiana Bolsonaro (PL-SP) realizou um ato de 'blackface' no plenário da Alesp, pintando o rosto de marrom durante um discurso em protesto contra a deputada Erika Hilton.
Por que Fabiana Bolsonaro fez blackface?
Fabiana Bolsonaro alegou que o ato foi um protesto contra a eleição de Erika Hilton (PSOL-SP) para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, questionando a identidade de gênero da deputada eleita.
Quais as consequências para Fabiana Bolsonaro?
Fabiana Bolsonaro enfrenta representações no Conselho de Ética da Alesp e denúncias por racismo e transfobia, com possível acionamento do Ministério Público e processos legais e disciplinares.
