🔴 ATENÇÃO: Jair Bolsonaro teve piora da função renal e segue estável na UTI, diz boletim médico divulgado neste sábado. O ex-presidente está internado no hospital DF Star, em Brasília, com um quadro de broncopneumonia bacteriana. A gente te conta tudo!
O que aconteceu com o ex-presidente? Entenda a internação
Gente, a situação é séria e Brasília parou pra acompanhar. O ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso no Batalhão da Polícia Militar conhecido como “Papudinha”, começou a passar mal na madrugada de sexta-feira. Segundo informações, ele apresentou um quadro de febre alta, calafrios e náuseas, o que acendeu o alerta máximo.
A equipe que o acompanha na unidade prisional agiu rápido e ele foi removido para o hospital DF Star, um dos principais da capital federal. As primeiras horas foram de tensão, mas os médicos conseguiram estabilizar o quadro. O cardiologista Leandro Echenique, que cuida de Bolsonaro, afirmou que ele está consciente, falando e não precisou ser entubado, o que foi um alívio inicial para a família e apoiadores.
Boletim médico aponta nova preocupação
Apesar da estabilidade, o boletim médico divulgado neste sábado trouxe uma nova camada de preocupação. O diagnóstico de broncopneumonia bacteriana foi confirmado, mas os exames mostraram que Jair Bolsonaro teve piora da função renal e uma elevação nos marcadores inflamatórios. Isso significa que, além da infecção nos pulmões, os rins não estão trabalhando como deveriam, exigindo atenção redobrada da equipe médica.
Ele segue na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) recebendo tratamento com antibióticos e hidratação direto na veia. Além disso, está fazendo fisioterapia respiratória e motora para ajudar na recuperação. Os médicos reforçaram que não há previsão de alta da UTI neste momento, indicando que o quadro ainda é delicado e inspira cuidados intensivos. A ordem é monitorar a evolução hora a hora.

Quem é Jair Bolsonaro? Relembre a trajetória
Para quem não acompanha de perto, Jair Messias Bolsonaro, de 69 anos, foi o 38º presidente do Brasil, governando de 2019 a 2022. Antes de chegar ao Palácio do Planalto, teve uma longa carreira política. Capitão reformado do Exército, foi vereador no Rio de Janeiro e depois deputado federal por sete mandatos consecutivos, ficando conhecido por suas posições conservadoras e declarações polêmicas.
Sua saúde é tema de debate público desde 2018, quando sofreu um atentado a faca durante a campanha presidencial. O episódio deixou sequelas e o levou a passar por diversas cirurgias abdominais desde então. Atualmente, Bolsonaro enfrenta um momento delicado também na Justiça. Ele foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e está cumprindo pena em uma sala de Estado-Maior. [LINK_INTERNO: “entenda a condenação de Bolsonaro por tentativa de golpe”]
O que os fãs estão dizendo sobre Bolsonaro
Nas redes sociais, a notícia da internação e da piora no quadro renal caiu como uma bomba. Apoiadores do ex-presidente rapidamente subiram hashtags como #ForçaBolsonaro, organizando correntes de oração e enviando milhares de mensagens de apoio. Grupos de WhatsApp e Telegram ligados ao bolsonarismo estão em polvorosa, compartilhando cada atualização do boletim médico.
Por outro lado, opositores e críticos também comentam o caso. Muitos analisam como o estresse da prisão e dos processos judiciais pode estar impactando sua saúde. O debate sobre as condições de cumprimento da pena também voltou à tona, com discussões sobre a possibilidade de uma eventual prisão domiciliar por questões de saúde, o que acirra ainda mais os ânimos no já polarizado cenário político brasileiro.
E agora? O que vem por aí para o ex-presidente
O futuro imediato de Bolsonaro depende totalmente da sua evolução clínica. A prioridade dos médicos é controlar a infecção pulmonar e, principalmente, reverter a piora da função renal para evitar complicações mais graves. A permanência na UTI indica que os próximos dias serão decisivos para o tratamento. Enquanto isso, o mundo político e jurídico observa atentamente.
Essa internação pode, sim, impactar o andamento de outros processos que ele responde no STF e em outras instâncias. A defesa pode usar o estado de saúde fragilizado como argumento em futuros pedidos. No xadrez político, a situação gera incerteza e mobiliza tanto a base aliada quanto a oposição, mostrando que, mesmo preso e hospitalizado, o ex-presidente continua sendo uma figura central nos debates do país. [LINK_INTERNO: “outros políticos que tiveram problemas de saúde na prisão”]
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📰 Fonte: g1.globo.com