🔥 Nunes reage a Cármen Lúcia sobre PSIU: “Querendo governar”

por Redação só entre NÓS

🏛️ BRASÍLIA: A temperatura subiu na capital paulista! O prefeito Nunes reage a decisão de Cármen Lúcia sobre PSIU com uma fala que deu o que falar: “Querendo governar”. A gente te conta tudo sobre essa treta que envolve barulho, shows e uma briga de gigantes entre a Prefeitura de São Paulo e o Supremo Tribunal Federal (STF).

A Guerra do Silêncio: Entenda a briga pelo PSIU em SP

Gente, para quem não é de Sampa, o PSIU é o Programa Silêncio Urbano. É aquela lei que bota limite no barulho para garantir o sossego da vizinhança. Acontece que a gestão de Ricardo Nunes (MDB) queria dar uma flexibilizada nessas regras, principalmente para grandes eventos, shows e festivais, que movimentam uma grana preta na cidade.

O problema todo começou na forma como essa mudança foi aprovada na Câmara Municipal. Segundo o Ministério Público, a alteração foi enfiada no meio de um projeto de lei que não tinha nada a ver com o assunto. No “politiquês”, isso se chama “jabuti”, uma manobra para aprovar algo sem muito debate. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) não gostou nada disso e suspendeu a lei.

STF Bate o Martelo e Prefeito Sobe o Tom

Insatisfeita, a Prefeitura de São Paulo recorreu e o caso foi parar nas mãos da ministra Cármen Lúcia, no STF. E ela, minha gente, não aliviou. Na última sexta-feira, a ministra negou o recurso da prefeitura, mantendo a lei do barulho mais flexível suspensa. Na sua decisão, ela foi clara: o que a Câmara fez foi “contrabando legislativo”, uma prática proibida que desrespeita o processo democrático.

A resposta do prefeito Ricardo Nunes veio no dia seguinte, sem papas na língua. Questionado sobre o assunto, ele disparou: “É o Judiciário o tempo inteiro querendo governar sem ter voto, é o Ministério Público querendo governar sem ter voto. Cada um tem que cuidar da sua área”. Ou seja, o prefeito acusa os outros poderes de estarem se metendo onde não são chamados.

Homem de barba e camisa azul escura em primeiro plano, com outras pessoas ao fundo em um evento ao ar livre.
📸 Foto: Reprodução / www.metropoles.com

Quem é Ricardo Nunes? Conheça a trajetória do prefeito

Ricardo Nunes, filiado ao MDB, assumiu a prefeitura de São Paulo em maio de 2021, após o falecimento do então prefeito Bruno Covas, de quem era vice. Empresário do setor de serviços de locação de equipamentos, ele começou sua carreira política como vereador na capital paulista, onde cumpriu dois mandatos. Sua gestão tem sido marcada por pautas ligadas ao desenvolvimento econômico e à realização de grandes eventos na cidade, como o The Town e a Fórmula 1. A polêmica sobre o PSIU é mais um capítulo na sua tentativa de equilibrar os interesses econômicos dos eventos e a qualidade de vida dos moradores. [LINK_INTERNO: “outras polêmicas da gestão Ricardo Nunes”]

O que os fãs e a internet estão dizendo

A internet, claro, não perdoou e o assunto dividiu opiniões. De um lado, associações de moradores e pessoas que sofrem com o barulho de eventos comemoraram a decisão de Cármen Lúcia. Em fóruns como o Reddit, muitos usuários celebraram a manutenção da lei, defendendo o “direito ao sossego”. Para esse grupo, a saúde e o bem-estar vêm antes do lucro dos grandes festivais.

Do outro lado, o setor de eventos e parte da população que curte os shows e festivais apoiaram a posição do prefeito. O argumento é que São Paulo é uma capital global e precisa ter uma legislação compatível com outras metrópoles do mundo, para não perder eventos importantes que geram emprego e renda. A fala de Nunes sobre a interferência do Judiciário também encontrou eco em seus apoiadores.

E agora? O que vem por aí?

O futuro da lei do barulho em São Paulo ainda é incerto. O prefeito Ricardo Nunes afirmou que vai conversar com a Procuradoria-Geral do Município para decidir os próximos passos. No entanto, a ministra Cármen Lúcia já deixou um recado bem direto em sua decisão: qualquer novo recurso sobre este mesmo caso seria “manifestamente inadmissível”. Isso significa que, para este processo, a porta do STF parece estar fechada.

O caminho mais provável para a prefeitura, caso queira insistir na mudança, seria começar do zero: enviar um novo projeto de lei para a Câmara Municipal, desta vez tratando especificamente do PSIU, com debate público e seguindo todas as regras. Enquanto isso não acontece, a regra que vale é a antiga: o silêncio (ou quase isso) continua sendo lei em São Paulo. [LINK_INTERNO: “como funcionam as decisões do STF”]

👉 E você, de que lado está nessa treta? Acha que o STF está se metendo demais ou a prefeitura errou ao tentar mudar a lei na surdina? Comenta aqui embaixo que a gente quer saber sua opinião!

📰 Fonte: www.metropoles.com

Perguntas Frequentes

O que é o PSIU em São Paulo?

O PSIU (Programa Silêncio Urbano) é a lei municipal que fiscaliza e limita os níveis de ruído na cidade de São Paulo para garantir o sossego dos moradores.

Por que a ministra Cármen Lúcia barrou a mudança na lei do barulho?

Ela considerou que a alteração foi aprovada de forma irregular pela Câmara Municipal, como um 'jabuti legislativo' em um projeto sobre outro tema, o que é inconstitucional.

Qual foi a reação do prefeito Ricardo Nunes à decisão do STF?

Ele criticou o Judiciário, afirmando que os poderes estão 'querendo governar sem ter voto' e interferindo nas responsabilidades da prefeitura.

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